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sábado, 20 de julho de 2019

Bolsonaro, a guerra cultural e a nota de repúdio da Rede Globo



Durante mais de 35 anos, a esquerda e extrema-esquerda brasileira teve a HEGEMONIA no jornalismo, na academia e na cultura. Ela saiu da derrota da luta armada direto para a vitória incontestável (por W.O.) no setor.
Pois só dos últimos dias para cá, temos


1) Esquerda reclamando porque Bolsonaro está “interferindo” nas universidades federais e substituindo reitores.

2) Rede Globo lendo “nota de repúdio” em
favor de Míriam Leitão, declarando que o presidente errou ao dizer que ela participou da luta armada, esclarecendo que na verdade ela era ativista do Partido Comunista e que não desejava integrar a luta armada, mas apenas participava da publicidade do grupo terrorista ao qual era vinculada*.

3) Jornalistas estrangeiros escutando do Presidente da República a afirmação de que o PT desejava regulamantar a mídia, e que, da parte dele, Jair Bolsonaro, o povo sempre terá a liberdade para se pronunciar como quiser, mesmo que seja para criticá-lo, ou para denunciar, pelas redes sociais, as mentiras que a imprensa publica.

4) ANCINE reclamando porque a partir de agora o Governo será criterioso com o uso do dinheiro do povo, na hora de selecionar os projetos cinematográficos a serem financiados pelo Estado.

5) Mídia “mainstream” falando sobre “perseguição“ do Governo Federal, apenas porque está sendo desmascarada nas narrativas que criou, e que foi repetida, incessantemente, durante anos a fio.
Pela primeira vez em todos esses anos, entramos em campo de fato para lutar a Guerra Cultural. E com as batalhas que já vencemos, não existe mais a HEGEMONIA da Esquerda.

O caminho é longo ainda, mas agora existe um adversário para o nosso oponente - e ele já está sentindo o baque, ja está acusando a porrada.

Nota sobre a Míriam Leitão:

Como se alguém que apenas embalasse o saquinho de cocaína para o traficante vende
r não fosse também traficante, ou que apenas dirigisse o carro para a dupla que roubasse o banco também não fosse assaltante.

Não tem nada de “intolerância’ o que o presidente Jair Bolsonaro disse.

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Paraíba, para o carioca, paulista e cia… é qualquer migrante do norte e do nordeste. Se transformou numa forma ‘carinhosa’ para com nossos compatriotas. Não tem nada de “intolerância’ o que o presidente Jair Bolsonaro disse. Coisa da esquerda e da mídia bandida do Brasil.

ROBSON PIRES

iPhone de Gleisi foi comprado pelo PT com dinheiro público




Conforme noticiado pelo República de Curitiba, o PT usou dinheiro oriundo do fundo partidário para pagar despesas da campanha “Lula Livre”. 

Mas esse não foi o único abuso do partido para com o dinheiro do povo brasileiro. 

Um bom exemplo foi em 15 de junho do ano passado, quando recursos da União foram utilizados para comprar um iPhone 8 Plus, pelo precinho de R$ 4.758 para a então senadora Gleisi Hoffmann. 00:03 / 00:06 Advertisement No mesmo ano, o PT já havia comprado uma smartTV de 58 polegadas para ser instalada na sede do partido. O preço? 3,7 mil reais.




Quem pagou? Nós bem sabemos.

Adélio Bispo não aceita remédios e se recusa a receber tratamento psiquiátrico

Resultado de imagem para O terrorista que quase ceifou a vida de Jair Bolsonaro,

O terrorista que quase ceifou a vida de Jair Bolsonaro, ao que parece, não está satisfeito com o tratamento recebido na penitenciária federal de Campo Grande. 

“Ele se recusa a tomar qualquer remédio desde que deu entrada aqui, mas isso será feito mesmo contra a vontade do meu cliente, agora que temos o diagnóstico”, informou o advogado do terrorista, Zanone Oliveira.

Adélio foi considerado portador de transtorno delirante persistente. Com informação da Época e

O Antagonista.

“Não teremos mais pessoas como FHC, Lula ou Dilma”

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No café da manhã com correspondentes da imprensa estrangeira, nesta manhã, Jair Bolsonaro fez um duro ataque aos governos dos antecessores FHC, Lula e Dilma Rousseff.

“Se Deus quiser, uma política semelhante à minha vai continuar presente no Brasil de forma eterna. Não teremos mais pessoas como FHC, Lula ou Dilma, entre outros. O povo entendeu que essas pessoas não representavam o interesse do país”, disse o presidente.

Questionado se seria candidato à reeleição em 2022, Bolsonaro deu a entender que sim — pois, segundo ele, não deve haver uma reforma política que acabe com a possibilidade de disputa de um novo mandato.

“Sempre falei durante a campanha: se for feita uma boa reforma política, diminuindo o número de parlamentares federais, estaduais e municipais, eu abrirei mão da reeleição. Como essa reforma depende basicamente do Parlamento, e não de mim, pelo que tudo indica não teremos reforma política.”

“No nosso governo, Deus está acima de tudo”, diz Bolsonaro na Sara Nossa Terra



O presidente Jair Bolsonaro marcou presença na Celebração Internacional, evento realizado pela igreja Sara Nossa Terra no Campus Arena, em Brasília. Ao lado do presidente do ministério, bispo Robson Rodovalho, Bolsonaro afirmou que em seu governo “Deus está acima de tudo”.
“Devo a minha vida a Deus e este mandato está a serviço do Senhor. No nosso governo, Deus está acima de tudo”, disse o presidente.
Recebido com entusiasmo pela multidão que lotou o local do evento, o presidente falou sobre o “bom relacionamento com os evangélicos”. Ele afirmou que o culto é um lugar onde as “baterias” são recarregadas, enfatizando que apesar de o Estado ser laico, ele é um cristão.
“Eu tenho um bom relacionamento com os evangélicos, minha esposa é evangélica, e eu sou muito grato a eles pela confiança depositada a mim no passado. Aqui é um momento onde a gente recarrega as baterias e eu costumo dizer que o estado pode ser laico, mas eu, o presidente, sou cristão”, disse.
Bolsonaro também falou sobre o seu relacionamento com o líder da Sara a Nossa Terra, lembrando que conheceu Rodovalho na Câmara dos Deputados, onde nasceu uma amizade entre os eles.
“Nos conhecemos na Câmara dos Deputados e a nossa amizade nasceu ali. Hoje sou muito grato pela deferência ao meu nome em um evento tão importante como este”, disse.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Servidores do DETRAN paralisam atividades contra decreto do Governo do RN que retira autonomia financeira do órgão



Os servidores do DETRAN/RN decidiram paralisar as atividades por três dias, em protesto contra um decreto editado pelo governo estadual e para defender o atendimento da pauta da categoria. A deliberação aconteceu em assembleia nessa quinta-feira (18) na sede estadual do Departamento, em Natal. A paralisação acontecerá em todas as sedes do DETRAN no Estado nos dias 23 e 24 de julho, terça e quarta-feira, e em 13 de agosto.

A direção do SINAI-RN (Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do RN), Sindicato que representa a categoria, explica que a pauta dos servidores engloba os seguintes pleitos:

– Revogação do decreto 29007, que retira a autonomia financeira das autarquias, medida que atinge o DETRAN;

– Pagamento dos salários em atraso dos aposentados e pensionistas;

– Reposição salarial;

– Realização de concurso público para renovar o quadro;

– Fim as terceirizações;

– Melhoria das condições de trabalho.

Uma audiência com a Governadora será solicitada para tratar destas questões. Categoria decide aderir a parada estadual marcada para 13 de agosto. Os servidores também decidiram paralisar as atividades em 13 de agosto em adesão a parada do funcionalismo do RN convocada pelo Fórum Estadual dos Servidores.

A pauta tem itens como reposição salarial de 16,38% para todos, a apresentação do calendário de pagamento do ano 2019 e das folhas em atraso de servidores da ativa, aposentados e pensionistas, a realização de concursos públicos, a reestruturação do calendário de pagamento apresentado pelo governo para os meses de julho, agosto e setembro sem redução da faixa salarial e contra a conta única que retira a pouca autonomia das autarquias estaduais.

A paralisação vai acompanhar a luta nacional contra a reforma da previdência, articulada por centrais sindicais, movimentos, confederações e frentes. No âmbito local, o SINAI-RN é contra que o governo estadual faça qualquer negociação quanto esta Reforma que retira direitos dos trabalhadores e, consequentemente, dos servidores estaduais.

A programação local definida é a seguinte:

8h – Concentração dos servidores no Centro Administrativo, em frente à Governadoria, onde será servido café da manhã e realizado ato político com intervenção das entidades e atividades culturais

12h30 – Almoço

14h – Integração dos servidores ao Ato Nacional contra a Reforma da Previdência

RIACHUELO: FINAL DE SEMANA EM FESTA, 11 º ARRAIÁ DO POVÃO

A imagem pode conter: 6 pessoas, incluindo Eduardo Filho Santa Rosa e Eron Santa Rosa, pessoas sorrindo

A Prefeitura Municipal de Riachuelo apresenta as atrações que estarão em mais um  Arraiá do Povão 2019. A tradição continua com dois dias de festa, 19 e 20 de Julho.

É uma enorme alegria receber todos os anos milhares de pessoas para compartilhar conosco uma das melhores época do ano, o "São João". O "Arraia do Povão" se destacou entre as festas da Região Potengi e entra para o calendário das festividades mais esperadas do ano.


Destacou a prefeita Mara Cavalcanti

Decreto de Bolsonaro impede ‘ficha suja’ de assumir cargo de confiança em universidades federais


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O Presidente eleito Jair Bolsonaro, fala com a imprensa após reunião com os futuros comandantes das Forças Armadas, no Comando da Marinha, em Brasília.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou nesta quinta-feira (18) um decreto que endurece ainda mais as regras para preenchimento de cargos de confiança em universidades e em todo o Governo Federal. Na prática, o texto amplia para mais de 100 mil os cargos que terão que considerar a Lei da Ficha Limpa para serem preenchidos.

O novo texto é a segunda etapa de um programa de moralização da administração pública iniciado por um decreto assinado em março, que aplicava tais restrições apenas aos 17 mil cargos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) da esfera federal. O decreto também exige que o indicado tenha formação compatível com a área em que vai trabalhar.

A regra agora abrange cargos de confiança em universidades, indicações para agências reguladoras, funções gratificadas pra servidores efetivos e até ministros de estado. No total, entram mais 76,1 mil cargos, somando-se aos atingidos na primeira medida. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União e já está em vigor.


Por: Paulo Carvalho

CONFIRA: SEIS MESES DO GOVERNO BOLSONARO

Uma Avaliação Honesta dos 6 Meses do Governo Bolsonaro.

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1. Bolsonaro resgata a Democracia Brasileira, reintroduzindo a salutar alternância do Poder. Depois de 24 anos de um controle supremo que degenerou em corrupção.

2. Bolsonaro recebe um país em enorme recessão, com 20% de desemprego efetivo, deficit de 7% do PIB pelos excessos de gastos de seus antecessores, e uma dívida indo para 100% do PIB do país.

3. Foi o primeiro Presidente a ser eleito sem Caixa 2, sem enormes gastos de propaganda, sem compra de votos. Bolsonaro mostra que é possível se eleger sem corrupção, uma lição para os demais partidos furiosos.

4. Elege a maior bancada Libertária e Liberal, cujo objetivo é resgatar o poder do brasileiro de decidir usurpada pelo domínio incontrolado do Estado desde 1500.

5. Foi o primeiro Presidente a não negociar seus Ministros com o Legislativo, que assim nunca obedeciam ao Presidente, mas sim aos interesses do Partido.

6. Reduziu os Ministérios para um número administrativamente viável, 22.

7. Colocou vários Militares como Ministros, selecionados ao longo de 30 anos internamente por competência, e que têm muito mais conhecimento administrativo do que os políticos de partidos escolhidos até então.

8. Primeiro a efetivamente cumprir a promessa de combate à corrupção, indicando o Ministro Sérgio Moro, o primeiro Ministro no Brasil com experiência comprovada no combate à nossa corrupção endêmica há 500 anos.

9. Primeiro Presidente a escolher a maioria dos seus Ministros formando uma equipe administrativa. Um ex presidente atribuiu o fracasso do seu segundo mandato à “Eu só tinha como Ministros Malan, Lafer, Paulo e Serra, e esse não me obedecia”.

10. Estabelece decreto regulamentando os critérios, o perfil profissional e os procedimentos gerais para a ocupação de cargos em comissão e funções comissionadas na administração federal direta, incluindo autarquias e fundações. A medida atinge mais de 24.000 cargos (DAS).


11. Escolhe Paulo Guedes, o primeiro Ministro da Economia a trabalhar no mundo real e não no acadêmico.

12. Escolhe um Ministro da Educação disposto a resgatar o ensino de Ciências e das Exatas, consideradas Desumanas até então.

13. Escolhe um Ministro de Relações Exteriores comprometido a defender os interesses do Brasil em vez de Bolívia, Cuba e Venezuela.

14. Fruto dessa escolha, finalmente fechamos Acordo Comercial com a União Europeia, que aumenta em 1.000% nossos mercados potenciais, contra 20% para as empresas europeias.


15. No primeiro dia de Governo aumentou o salário mínimo, espontaneamente, sem greves e discussões, e sem capitalizar para si num discurso de 1º de maio.

16. Demitiu nos primeiros dias 320 “comissionados” somente na Casa Civil, uma economia de R$ 1,8 bilhão.

17. Demitiu mais 21.000 cargos “comissionados” com uma economia para o povo brasileiro estimada pelo governo em R$ 160 bilhões com a medida.

18. Bolsonaro resgata o conceito que MPs deverão ser aprovadas por mérito e não por compra de votos com o Legislativo. Razão da oposição de Rodrigo Maia, que perde assim poder.

19. Realiza 23 leilões de portos, aeroportos e ferrovias em seis meses, quando nos demais governos demoravam anos. No total, foram arrecadados mais de R$ 7 bilhões.

20. Ajuda o turismo interno, esse sim gerador de divisas, dispensando o visto de entrada no Brasil para canadenses, australianos, japoneses e norte-americanos.

21. Bolsonaro assina MP da Liberdade Econômica para desburocratizar startups, e dezenas de outros estímulos para o empreendedorismo.


CONFIRA A MATÉRIA NA INTEGRA: blogfoconews.wordpress.com/2019/07/18/os-6-meses-do-governo-bolsonaro-por-stephen-kanitz/

Em culto evangélico, Bolsonaro repete que no seu governo, “família terá atenção e respeito”



O presidente Jair Bolsonaro fez uma rápida participação em um culto evangélico realizado nesta sexta-feira, 19, pela igreja neopentecostal Sara Nossa Terra, do bispo e ex-deputado Robson Rodovalho. O evento faz parte da “Celebração Internacional 2019: Conquistando pelos olhos da fé”. Recebido sob gritos de “Mito” de fiéis, Bolsonaro chegou acompanhado do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Eles ficaram no local por cerca de 15 minutos e acompanharam alguns cantos e orações.

Na cerimônia, o presidente reforçou o slogan do governo e disse que, na sua gestão, “Deus está acima de tudo”. “Devo a minha vida a Deus e esse mandato será para Ele”, declarou. “O Estado pode ser laico, mas nós somos cristãos. No meu governo, a família terá a atenção e o respeito que merece”, voltou a dizer.

Bolsonaro também afirmou que, antes de assumir, “o Brasil estava à beira de um precipício, ético, moral e religioso”. “O apoio de vocês foi fundamental para que o Brasil pudesse ter esperança”, declarou aos evangélicos.

Com informações: Terra

PM da reserva é executado a tiros na Zona Leste de Natal

Caso aconteceu na manhã desta sexta-feira (19) no bairro Alecrim. Após atirar duas vezes contra o subtenente Adonilson Ferreira de Oliveira, de 54 anos, os criminosos fugiram.


Policial militar da reserva foi morto a tiros na rua Rafael Fernandes, no bairro Alecrim, Zona Leste de Natal. — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Um subtenente da reserva remunerada da Polícia Militar foi executado a tiros na manhã desta sexta-feira (19) em Natal. A vítima foi identificada como Adonilson Ferreira de Oliveira, de 54 anos. O crime aconteceu no bairro Alecrim, na Zona Leste da capital. Nenhum suspeito foi preso.

De acordo com a PM, o militar da reserva não estava armado. Ele saiu de casa, na rua Ocidental de Baixo, no Paço da Pátria, e seguia a pé pela rua Rafael Fernandes no bairro Alecrim, a caminho do Instituto de Cegos, onde trabalhava atualmente.

Objetos do policial militar Adonilson Ferreira de Oliveira, de 54 anos, assassinado em Natal, não foram levados pelos criminosos. — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi
Objetos do policial militar Adonilson Ferreira de Oliveira, de 54 anos, assassinado em Natal, não foram levados pelos criminosos. — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Ao chegar próximo ao cemitério do bairro, dois homens que já estariam esperando por ele dentro de um carro modelo HB20, atiraram duas vezes na cabeça da vítima. Adonilson morreu na hora.

A polícia acredita que o crime foi de execução, porque os criminosos não tinham interesse nos bens do policial. A carteira e o relógio da vítima foram deixados no local.

Os criminosos fugiram e a polícia ainda faz buscas na região.

G1

Grupo terrorista revela plano para matar Bolsonaro e dois ministros

Veja: Grupo terrorista revela plano para matar Bolsonaro e dois ministros


É destaque na revista Veja. Em 1º setembro do ano passado, ninguém deu atenção a uma mensagem no Facebook que trazia uma ameaça ao então deputado Jair Bolsonaro. O autor escreveu que testaria “a valentia” do então candidato do PSL à Presidência da República quando os dois se encontrassem e que ele “merecia” levar um tiro na cabeça. Ninguém deu atenção à postagem porque ameaças assim quase sempre não passam de bravatas. Ninguém deu atenção porque o autor, um garçom desempregado, também costumava publicar em sua página na rede social textos desconexos e teorias conspiratórias absolutamente sem sentido. Parecia coisa de maluco. Cinco dias depois, no entanto, Adélio Bispo de Oliveira, o autor da mensagem, esfaqueou Bolsonaro em uma passeata em Juiz de Fora (MG). O agressor de fato era um desequilibrado mental, mas o atentado ensinou que ameaças não devem ser subestimadas, por mais improváveis que pareçam.

Há seis meses a Polícia Federal caça, ainda sem sucesso, os integrantes de um grupo terrorista que já praticou pelo menos três atentados a bomba em Brasília e anuncia como seu objetivo mais audacioso matar o presidente da República. Nas duas últimas semanas, VEJA entrevistou um dos líderes da Sociedade Secreta Silvestre (SSS), que se apresenta como braço brasileiro do Individualistas que Tendem ao Selvagem (ITS), uma organização internacional que se diz ecoextremista e é investigada por promover ataques a políticos e empresários em vários países. O terrorista identifica-se como “Anhangá”. Por orientação do grupo, o contato foi feito pela deep web, uma espécie de área clandestina da internet que, irrastreável, é utilizada como meio de comunicação por criminosos de várias modalidades.

Anhangá garante que o plano para matar Bolsonaro é real e começou a ser elaborado desde o instante em que o presidente foi eleito. Era para ter sido executado no dia da posse, mas o forte esquema de segurança montado pela polícia e pelo Exército acabou fazendo com que o grupo adiasse a ação. “Vistoriamos a área antes. Mas ainda estava imprevisível. Não tínhamos certeza de como funcionaria”, afirma o terrorista. Dias antes da posse, a SSS colocou uma bomba em frente a uma igreja católica distante 50 quilômetros do Palácio do Planalto. O artefato não explodiu por uma falha do detonador. No mesmo dia, a SSS postou um vídeo na internet reivindicando o ataque e revelando detalhes da bomba que só quem a construiu poderia conhecer. Nessa postagem, o grupo também anunciou que o próximo alvo seria o presidente eleito, o que levou as autoridades a sugerir o cancelamento do desfile em carro aberto. “Facilmente poderíamos nos misturar e executar este ataque, mas o risco era enorme (…) então seria suicida. Não queríamos isso.” Na ação seriam usados explosivos e armas. “A finalidade máxima seriam disparos contra Bolsonaro ou sua família, seus filhos, sua esposa.”

Os terroristas brasileiros vêm sendo monitorados pelas autoridades há algum tempo. Um relatório elaborado pela diretoria de inteligência da PF intitulado “Informações sobre Sociedade Secreta Silvestre” descreve que, em 2017, uma bomba foi deixada na rodoviária de Brasília. O documento, obtido por VEJA, ressalta que a imprensa não noticiou o atentado, mas, mesmo assim, os detalhes foram divulgados num site do grupo chamado Sociedade Secreta Silvestre, traduzidos para diversos idiomas e assinados por uma pessoa identificada como “Anhangá”. Em dezembro, depois da ameaça ao presidente Bolsonaro, a Polícia Federal decidiu pôr no caso os melhores agentes da seção antiterrorismo. Os policiais já seguiram várias pistas. Três suspeitos chegaram a ser presos. Mas os integrantes do grupo ainda não foram identificados. Anhangá provoca: “(Eles) são incompetentes (…). Não somos meros amadores, dominamos técnicas de segurança, de engenharia, de comportamento social. (…) Discutimos internamente com membros de outros países”.

Confira a matéria completa da Veja AQUI.

QUAL O GRUPO POLÍTICO QUE ESTÁ POR TRÁS DO TERRORISTA QUE FERIU BOLSONARO?

Por Erick, O Caçador


Que Adélio Bispo de Oliveira teve motivações políticas para realizar o atentado da véspera do Dia da Independência, ninguém tem dúvidas. Inclusive, o terrorista foi enquadrado pela Polícia Federal na Lei de Segurança Nacional (que prevê pena em caso de "atentado pessoal por inconformismo político"). No entanto, a pressa da mídia, advogados de defesa e militância de esquerda em caracterizá-lo como um "louco solitário" que "apenas reagiu" ao suposto "discurso de ódio" do candidato Jair Bolsonaro é, evidentemente, uma peça de propaganda conveniente e deveras esfarrapada para tentar camuflar um aberrante e escancarado ato de terrorismo político.

Adélio Bispo tem uma trajetória de militância na esquerda política brasileira, bem como recebe auxílio substancial no momento atual, pós atentado. Ele não é louco, segundo a PF, e tampouco está só (como evidencia a banca de advogados caríssimos que o defende).

Adélio foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014, onde teve a pretensão de candidatar-se a Deputado. Em 2013, arrombou a casa de uma sobrinha e a agrediu, sendo processado por lesão corporal. O PSOL é um partido de extrema esquerda que tem forte atuação em causas como legalização da maconha, direitos humanos na versão brasileira (direitos do manos, na linguagem popular), ideologia de gênero nas escolas, etcetera. Escusado dizer que o meio Psolista abomina e sataniza Jair Bolsonaro, que sempre defendeu causas opostas. A postura do Deputado Federal Jean Willys (um dos expoentes nacionais do PSOL), que chegou a cuspir em Bolsonaro em pleno Congresso Nacional (abril de 2016), exemplifica a linha ideológica. Mais recentemente, o terrorista Adélio Bispo esteve organicamente ligado aos movimentos esquerdistas "Fora Temer" e "Lula Livre", onde a idéia básica era e é passar passar por cima das Leis e Instituições Republicanas, para dar status de "intocáveis" a líderes petistas infratores, pelo uso da força e alienação política de massa.

No seio dos partidos radicais de esquerda surgiu o fenômeno chamado "ódio do bem". Trata-se de instigação (e prática, por vezes) de assassinato de opositores políticos, da revolta armada e de outros tipos de violência, xingamentos, depredações e violações dos direitos humanos - tudo entendido como forma de manifestação de "cidadania" e "luta política". Exemplos dessa prática abundam nas redes sociais e nos noticiários (vide atuação de grupos de esquerda como MST, Black Blocks e MTST). A mentalidade deles de puro ódio é considerada "do bem", porque essa mesma militância acusa gente como Bolsonaro de pregar o "ódio", ao defender punições rigorosas para estupradores, fazer oposição ao ensino gay para crianças ou apoiar que o cidadão de bem possa ter porte de arma em sua autodefesa - e esse tipo de coisa é que, no entender dos esquerdistas, é "do mal". Após o atentado cometido por Adélio Bispo, incontáveis mensagens de "ódio do bem" circularam nas redes sociais, inclusive, em apoio tácito ou declarado ao ato terrorista. De fato, ANTES do atentado, as tais mensagens de "ódio do bem" revelavam o anseio explícito de vários militantes de esquerda no sentido de matar Bolsonaro durante o evento em Juiz de Fora/MG.

Se as tais mensagens de "ódio do bem" não revelam quem está por trás do atentado terrorista, certamente revelam quem está ao lado, em comunhão de valores e apoio declarado. O ponto em comum dos autores de tais conteúdos de "ódio do bem", nas redes sociais, é a proximidade com idéias e agremiações da esquerda política. É nesse meio que Adélio Bispo, e tantos outro(a)s como ele, fermentam e destilam sua propensão a praticar o "ódio do bem" como forma de obter aceitação social e (por que não?) de fazer política. De postulante ao cargo de Deputado, até o status de terrorista político, Adélio Bispo fez uma fácil caminhada, onde foi acolhido, referenciado e instigado pelo meio em que submergiu. Chegamos ao âmago da gênese social do terrorismo político no Brasil atual: num meio de doutrinação para o desrespeito às leis, uso da violência na política e defesa fanática de ideais e líderes comprometidos com o crime, são formatados os ESQUERDOPATAS.

Durante a Era PT (2003-2016), milícias esquerdistas de caráter fascistóide foram financiadas milionariamente com verbas públicas e ampliaram substancialmente seus raios de ação e seus centros de doutrinação. O MST (organização de violência no campo), por exemplo, fez até um convênio com a narcoguerrilha colombiana das FARC, que também era aliada do PCC de Fernandinho Beira-Mar. O MTST (organização de violência nas cidades) foi empoderado e virou um império capaz, por exemplo, de lançar atualmente um candidato a Presidente da República ( Guilherme Boulos, líder do MTST, é candidato a Presidente pelo PSOL). Não é exagero nenhum dizer que a esquerda brasileira praticamente detém o monopólio da violência política no Brasil, desde esse período, ou pouco antes. En passant, deve-se dizer também que não é mera coincidência a prosperidade e multiplicação de Facções Criminosas Prisionais, de modelo sindicato, na mesma época.

Com efeito, nunca na história desse País, as Polícias e as Forças Armadas foram tão achincalhadas e tratadas como malta de torturadores e assassinos como durante os Governos de Dilma Roussef (2011 - 2016), marcados pelo empoderamento de uma versão dos Direitos Humanos voltada exclusivamente para bandidos e pela pantomima perversa da criação de uma "Comissão da Verdade", para denegrir militares das Forças Armadas que atuaram em ações antiterror e antiguerrilha durante a Guerra Fria. Explica-se: durante a Guerra Fria, Dilma Roussef e companheiros assaltavam bancos e comerciantes, praticavam seqüestros, homicídios e atentados à bomba - com propósito declarado de destruir o governo pelas armas e implantar uma Ditadura Comunista no Brasil. Em tese, todas as pessoas envolvidas nos violentos eventos desse período foram anistiadas por Lei em 1979, ainda durante o Período do Regime Militar, momento em que vários terroristas de esquerda voltaram ao País, livres de qualquer acusação. Na prática, o Governo PT descumpriu essa Lei e incriminou os militares no que ficou conhecida mais realisticamente como Comissão da Meia-Verdade. Desnecessário dizer que o circo também teve fins lucrativos: indenizações e pensões polpudas estão sendo pagas às "vitimas da sociedade" (membros das Facções Criminosas dos anos 60 e 70).

O então Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro foi o único a denunciar todo o exposto nos dois parágrafos anteriores, em alto e bom som, em plena tribuna da Câmara Federal, inúmeras vezes. Por esse motivo tem sido tão satanizado e perseguido pela militância agressiva e fanatizada de viés socialista. A propaganda enganosa da esquerda brasileira, ao acusar Bolsonaro de tantas formas caluniosas e injuriosas, conseguiu um feito imprevisto: alçou o homem à condição de MITO, tranformou-o num símbolo vivo da esperança da maioria de cidadãos de bem, que quer o fim da corrupção política, do caos administrativo e da leniência com o crime das ruas - o legado inconfundível da esquerda no Poder. O termo "PETISMO", atualmente, tem acepção política em referência a esse péssimo "carrego" esquerdista, englobando inclusive siglas satélites do PT, como é o caso do PSOL, PSTU, PC do B e congêneres.

O atentado do esquerdopata Adélio Bispo, acalentado e planejado por outros milhares de violentos fanáticos doutrinados pela esquerda, tencionava matar não um homem, mas um símbolo da esperança coletiva na Ordem e Progresso. Num homem só, está personificado o ANTI-PETISMO e o combate a tudo de ruim que a esquerda representa. Por isso, Bolsonaro é odiado nos presídios e bocas-de-fumo, nos sindicatos, nos redutos universitários de apologia às drogas, nas sedes de partidos políticos de esquerda, nos acampamentos de milícias fascistas esquerdozóides (urbanas ou rurais), nos guetos sórdidos de pedófilos e zoofílicos. Por isso, Bolsonaro arrasta milhões de brasileiros do bem até as ruas, como sói acontecer. São os fatos.

Qual o grupo político que está por trás do atentado a Jair Bolsonaro? É o mesmo imenso grupo político que está destruindo o Brasil, doutrinado pela ideologia insana que propõe o crime como continuação da política "por outros meios": a praga desse País. Num sentido formal, relativo ao ato criminoso da facada, em si, sabemos que Adélio Bispo nunca esteve só.



Erick Guerra, O Caçador

A “central de repasse” do PT




Antonio Palocci, segundo O Globo, disse que um dos principais interesses dos bancos “era saber previamente se haveria alterações nas taxas de juros do BC, para que pudessem lucrar no mercado”.
Ele relatou que cabia a ele próprio e a seu sucessor no Ministério da Fazenda, Guido Mantega, “obter as informações privilegiadas junto ao BC para repassar aos bancos.

Segundo Palocci, o escritório do Ministério da Fazenda na Avenida Paulista, em São Paulo, funcionava na era petista como uma central de repasse de informações a empresários. Em troca, as companhias se comprometiam a doar recursos ao PT.”

E o escritório do Banco do Brasil?

Para quem diz que "Lula ajudou os pobres".


NUNCA os banqueiros ficaram tão ricos, quanto na era PT!