quinta-feira, 19 de setembro de 2019

A CASA CAIU: Assessor do PT que ganhou na Mega-Sena comprou carro de luxo antes do resultado do sorteio


De acordo com informações do jornal Gazeta Popular, um dos 49 assessores do PT que ganharam o prêmio de R$120 milhões da Mega-Sena, comprou um carro de luxo no valor de R$650 mil, 3 dias antes do resultado do sorteio milionário.


Miquéias Mendonça, de 50 anos, é assessor do partido desde 2013, e seu salário atualmente é de R$3.500 mensais, que é absurdamente incompatível com o valor do carro que comprou no início da semana.

Essa pode ser a ponta solta que a Polícia Federal precisa para começar a investigar o caso e possivelmente descobrir uma fraude milionária nas Loterias Caixa.


O resultado do sorteio:

O bilhete vencedor da Mega-Sena desta quarta-feira, 18, saiu para um "bolão" feito por funcionários da liderança do PT na Câmara dos Deputados. A aposta coletiva acertou sozinha o prêmio de R$ 120 milhões. As dezenas sorteadas foram 04 - 11 - 16 - 22 - 29 - 33.

O grupo que apostou é formado por assessores e funcionários da Câmara. De acordo com dois vencedores, cada cota tinha valor de R$ 10. Dessa forma, cada um dos cotistas receberá R$ 2,5 milhões.

FEMINISMO É UMA DOENÇA DE VERDADE



- Incentivam as mulheres gordas a continuarem gordas através da falácia da “gordofobia”. Usam jargões como “você é linda”, “toda mulher é linda”, “ame seu corpo” e ignoram completamente o fato de que sobrepeso e excesso de gordura NUNCA É BOM PARA A SAÚDE.

2- Criticam mulheres que vão à academia, acusando-as de estarem submetendo-se aos “padrões de beleza ocidentais criados pelo patriarcado para oprimir as mulheres”. Não sabem ou, sabem e omitem que praticar atividades físicas regularmente tem milhões de benefícios.

3- Criam grupos para mulheres postarem nudes e automaticamente serem elogiadas, independente se são realmente bonitas ou não, tornando-as dependentes emocionais de outras pessoas, baseando sua autoestima na opinião de outras mulheres.

4- Incentivam publicamente o aborto e até distribuem drogas abortivas, sem avisar dos riscos que a mulher sofre de ficar com sequelas graves ou de morrer (isso sem falar das sequelas emocionais);

5- Perseguem mulheres que não concordam com todas as pautas feministas, causando danos psicológicos muitas vezes irreparáveis através da exposição de intimidade, ameaças, humilhações públicas, chacotas. Já houve casos recentes de tentativas de suicídio por perseguição feminista no Brasil, um deles foi o meu (você pode ler mais no meu livro), o outro de uma garota alguns anos mais nova chamada Danielle (infelizmente não posso colocar o sobrenome aqui, pois posso ser processada, mas qualquer feminista que ler isso vai saber exatamente de qual caso estou me referindo).

Bancada evangélica defende parceria contra ações do STF


Deputados se reuniram com ministros e querem combater "ativismo judicial" da corte

Em um almoço com cinco ministros do presidente Jair  (PSL), nesta quarta-feira (18), a bancada evangélica do Congresso fez críticas à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e pregou ação conjunta com o governo para combater o que chama de “ativismo judicial” da corte.

A convite do líder do grupo, deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), 62 parlamentares do bloco, entre deputados e senadores, se reuniram por cerca de duas horas e meia no restaurante Coco Bambu do Lago Sul, em Brasília, com os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Sergio Moro (Justiça), Osmar Terra (Cidadania) e André Mendonça (Advocacia-Geral da União).


 Participantes do encontro relataram à reportagem que a palavra mais enfaticamente falada no encontro foi “STF”.

A bancada evangélica tem criticado a atuação do Supremo em pautas caras aos fiéis. A avaliação dos parlamentares é a de que a corte tem usurpado a competência do Legislativo.

No início de junho, por exemplo, o STF decidiu enquadrar a homofobia e a transfobia na lei dos crimes de racismo até que o Congresso aprove uma legislação sobre o tema. O julgamento, na avaliação de líderes evangélicos, abriu mais brechas para que o Judiciário siga legislando.

No almoço desta quarta, os cerca de oito parlamentares que falaram em nome da frente defenderam “mais sinergia” entre o governo e a bancada evangélica, principalmente para fazer avançar a pauta de costumes e evitar que ela seja inteiramente delegada ao Supremo.

No encontro, Sergio Moro afirmou contar com a bancada evangélica para, no momento adequado, ver avançar seu pacote anticrime no Congresso. O ministro da Justiça disse que sua agenda tem convergência com a dos evangélicos, porque seus projetos de combate à violência também são no sentido de “defesa da vida”.

Os líderes religiosos afirmaram que, nesse cenário de embate com o STF, a atuação da Advocacia-Geral da União é fundamental. Eles exaltaram a atuação do ministro André Mendonça e ressaltaram sua importância para defender a pauta conservadora e a prerrogativa do Parlamento diante do ativismo do Supremo.

Em março, o advogado-geral da União afirmou no púlpito da corte que era função do Legislativo e não do Judiciário tipificar crime de homofobia e transfobia. Foi voto vencido.

Alçado ao posto de “supremável”, Mendonça usou sua fala no almoço para exaltar a importância da bancada evangélica para que o Brasil dê “um grande salto”.

– A nossa responsabilidade é muito grande. Creio que Deus tem reservado um tempo histórico para a reconstrução desse país.

Se alguém no Brasil tem a consciência de que é preciso fazer desta nação um povo único, capaz de caminhar para a paz, para a prosperidade e para a justiça são os senhores. E nós estamos aqui para ajudá-los nessa tarefa. E os senhores estão aqui para nos ajudar – disse Mendonça.

O advogado-geral da União também afirmou que AGU “esteve, está e sempre estará de portas abertas para construir o diálogo”.

Aceleração cardíaca é preocupante quando ocorre sem o corpo precisar


Taquicardia é normal em exercícios e situações de estresse ou nervosismo. Ritmo dos batimentos é medido com dedo no pulso ou eletrocardiograma.


Sentir o coração acelerado é normal em situações que exigem mais bombeamento de sangue, como numa atividade física ou numa situação de nervosismo e estresse.

Essa taquicardia, porém, às vezes surge em momentos de repouso ou até durante o sono – e aí precisa ser investigada.

É possível reconhecer o ritmo dos batimentos ao colocar o dedo no pulso, mas o diagnóstico médico deve ser feito por um eletrocardiograma, já que o paciente pode não apresentar nenhum outro sintoma.

Segundo os cardiologistas Maurício Scanavacca e Roberto Kalil, quando o músculo cardíaco ultrapassa os 100 batimentos por minuto sem que o corpo necessite, é sinal de arritmia, ou seja, uma desregulação no ritmo do coração.

A falta de organização dos batimentos cardíacos diminui a velocidade do sangue, que permanece mais tempo dentro dos átrios. Essa situação favorece a formação de coágulos, que se desprendem e podem entupir os vasos de qualquer região do organismo. Se esses coágulos obstruírem os vasos cerebrais, ocorre um derrame ou acidente vascular cerebral (AVC).

Para identificar se a aceleração do seu coração está dentro dos padrões normais, preste atenção em que situação ele dispara. A taquicardia se torna uma preocupação quando vem de forma súbita e é acompanhada de um sinal como dor no peito, falta de ar, desmaio ou durante o sono.

Também exige mais atenção quando ocorre em uma hora de relaxamento, sem nenhuma forte emoção, susto, medo, paixão, competição ou evento público.

Algumas taquicardias são graves e podem levar à morte. Essas são normalmente desencadeadas nos ventrículos e estão relacionadas a doenças pré-existentes, em corações dilatados, pessoas que já sofreram infarto ou têm doenças cardíacas genéticas.


A duração de uma taquicardia é variável e imprevisível, pois depende da causa e das características de cada coração. O primeiro passo para socorrer alguém é acalmá-lo e buscar ajuda médica.

Se o indivíduo estiver consciente e sem muito mal-estar, leve-o a um hospital próximo para fazer imediatamente um eletrocardiograma. O ideal é realizar o exame enquanto o batimento ainda está acelerado, para que seja possível identificar com exatidão o tipo de taquicardia.


Tratamentos
- Medicamentos antiarrítmicos
- Implante de marcapasso
- Desfibrilador
- Cauterização dos focos de origem

Como bate o coração?
O coração é um músculo formado por dois átrios e dois ventrículos. Tem um circuito elétrico que gera impulsos constantes e determinam a frequência e a regularidade dos batimentos.


O primeiro estímulo começa no átrio direito (câmara menor localizada na parte superior do músculo), que passa para o átrio esquerdo e vai descendo até chegar aos ventrículos. É como uma rede de fios condutores que levam a energia de um cômodo da casa até o outro. São esses estímulos que fazem o músculo do coração bater.

Os átrios contraem-se primeiro, bombeando sangue para os ventrículos. Em seguida, os ventrículos se contraem. As válvulas entre os átrios e ventrículos se fecham. O sangue localizado no ventrículo direito vai para os pulmões para ser oxigenado, segue para o ventrículo esquerdo e é bombeado para o restante do organismo, inclusive para o cérebro. Esse mecanismo provoca a "batida dupla" característica do coração: tum-tá, tum-tá, tum-tá.

Com informações do G1

Esquerda organiza Conferência Advocacy com mais de 40 ONGs



Militantes de esquerda financiados por
 grandes capitalistas realizaram nos dias 9 e 10 de setembro a Conferênica Advocacy, em São Paulo. O evento contou com apoio e presença de dezenas de ONGs que recebem financiamento internacional de Fundações como Ford, Open Society e outras.
Enquanto a direita tenta reagir com formulários do Google e hashtags no Twitter, a Conferência Advocacy contou com 45 palestrantes em dois dias de evento. A Conferência concentra a militância profissional esquerdista vinculada a ONGs de peso contando com apoio do Fundo Brasil de Direitos Humanos. Esse Fundo, que já criou projetos que culminaram com advocacy para criação das audiências de custódia no Brasil, recebeu da Fundação Ford, Open Society e Fundação OAK um montante de 7,37 milhões de dólares entre 2013 e 2017.
Recentemente, um dos projetos do Fundo Brasil de Direitos Humanos conseguiu reverter o recolhimento das apostilas de 8º ano do fundamental com conteúdo de ideologia de gênero, que havia sido determinado pelo governador de São Paulo João Dória (PSDB).
  • Litigância Estratégica, com foco em “judicializar questões sociais” para “impactar a formulação de políticas públicas”;
  • “Mobilização para o Advocacy“, abordando mobilizações de rua com bandeiras vermelhas;
  • “Narrativas em comunicação: como engajar?”;
  • Advocacy Internacional”, entre outros.

Militância e advocacy de esquerda mostram-se bem estruturados

Segundo o site da ONG Gife, na mesa de abertura do evento chamado Advocacy como ferramenta de transformação social, Oscar Vilhena da Faculdade de Direito da FGV em São Paulo “deu o tom do encontro”:
“Estamos frente a um governo voltado à desconstrução do pacto social de 1988. E essa me parece ser a principal causa de advocacy que deve nos mover no momento.”
Já a ativista Edna Jatobá, da ONG Gajop – Assessoria Jurídica às Organizações Populares destacou:
“Quem está fazendo corpo a corpo na base não está ligado nos indicadores de percentuais que precisam ser mobilizados para aprovar um projeto de lei. A luta ali é muito mais imediata, da sobrevivência. Criamos um fórum popular de segurança pública mobilizando duas mil pessoas na base, dialogando sobre o tema. Tiramos 150 propostas da sociedade civil para fazer advocacy. Se a gente não tiver articulação profunda com as pessoas que estão vivendo os problemas que a gente quer mudar, se não houver escuta, parceria, confiança mútua, não vamos fazer nem luta, nem incidência, nem advocacy.

Direita não tem militância

Enquanto a esquerda realiza eventos dessa magnitude, setores da nova direita e os chamados isentões têm criticado propostas de criação de uma militância em defesa do governo de Jair Bolsonaro, mais forte nome na política para representar valores conservadores e fazer frente à esquerda. A direita não goza de financiamento e se restringe a mobilizações pela internet com hashtags no Twitter, blogs pequenos pulvarizados e enfrenta censura e entraves de grandes veículos de comunicação, bem como das redes sociais Facebook e Twitter.

Homem preso após roubar loja no Alecrim foge durante busca por comparsa


O homem suspeito de ter participado do roubo que terminou com a morte do estudante Arthur Lima de Oliveira nesta quarta-feira (18), em Natal, fugiu poucas horas após ser preso por seguranças de uma escola e entregue a Polícia Civil. Após ser entregue à Polícia Civil, o criminoso foi levado para a comunidade do Paço da Pátria, na Zona Leste, para apontar o local onde morava o comparsa. Lá, ele conseguiu fugir correndo.


A Polícia Civil enviou nota em que confirma que o suspeito preso conseguiu fugir enquanto estava acompanhado de agentes. Segundo a polícia, ele estava algemado e, mesmo assim, escapou correndo.

“Logo após, foram mobilizadas equipes de policiais em busca do suspeito, no entanto, até o presente momento, ele não foi localizado. Registramos que será instaurado o devido procedimento para apurar as circunstâncias da fuga. A Polícia Civil continua em diligências e solicita que informações acerca do suspeito sejam enviadas por meio do Disque Denúncia 181”, diz a nota.

A fuga aconteceu ainda na noite desta quarta.

O crime
Na tarde desta quarta-feira (18) dois homens assaltaram uma loja de celulares no Alecrim, Zona Leste da capital. Pessoas que viram o crime gritaram, chamando a atenção de quem passava pelo local.

Foi quando um jovem, que é filho de um dos comerciantes da região, ouviu os gritos e correu para tentar pegar os bandidos. De acordo com o pai do rapaz, um dos assaltantes se virou e atirou no filho dele. Arthur de Oliveira tinha 18 anos de idade e morreu no local.

Após o disparo, um dos homens tentou fugir por dentro de uma escola, mas acabou preso pelos seguranças. Já o comparsa escapou.

Em nota, a direção da escola reforçou que os alunos não renderam o bandido que participou do assalto perto da escola. "O criminoso entrou na escola quando pessoas que fugiam da troca de tiro pediam abrigo no Instituto. O homem , que tentou fugir pelo colégio, foi contido por funcionários do Sagrada, um deles o professor de jiu-jitsu que inclusive usou uma faixa para imobilizar o criminoso, que não estava armado".

Vítima foi baleada na Avenida Coronel Estevam, no Alecrim — Foto:
Polícia Civil revelou que criminoso fugiu durante diligência na comunidade do Passo da Pátria.

G1

Estão me ameaçando por criticar Felipe Neto e apoiar Bolsonaro, diz psicóloga


A psicóloga, palestrante e escritora, Marisa Lobo, falou com o Opinião Crítica sobre a repercussão da matéria
 na qual ela fez um alerta aos pais contra a influência do Youtuber Felipe Neto, que se tornou alvo de críticas após distribuir 14 mil livros com temática LGBT na Bienal do Livro, no Rio de Janeiro.

Marisa Lobo disse que após a matéria, os "esquerdistas" divulgaram uma foto dela [na capa da matéria] com o atual presidente Jair Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, para tentar desqualificar a sua opinião enquanto profissional e lhe intimidar junto ao Conselho Federal de Psicologia (CFP).

"O que aconteceu é que estou sendo ameaçada, sofrendo bullying, estão me xingando, fazendo denúncia no CFP, tudo porque eu critiquei o Felipe Neto", disse Marisa, que apesar de apoiar o atual presidente, não emitiu opiniões políticas em seu comentário. A psicóloga, no entanto, lembrou que recebeu amplo apoio dos seus seguidores e leitores da matéria que veiculou a sua opinião.


"Mas 100% dos comentários, eles estão a meu favor, porque a sociedade está em meu favor, mas a partir do momento em que eles pegaram essa foto, minha e do Bolsonaro e botaram lá no site deles [não especificado], o povo está (...) me xingando, me humilhando", disse ela.

Felipe Neto, por sua vez, reagiu à Marisa Lobo mencionando a matéria do Opinião Crítica, mas sem citar a origem. "Vi pessoas compartilhando uma psicóloga que afirma que eu sou péssima influência para jovens e ensino palavrões e coisas erradas", escreveu o Youtuber em sua conta no Twitter.Continua depois da publicidade


Na mesma postagem, Felipe Neto faz uma acusação falsa contra Marisa Lobo, dizendo que a mesma defende a chamada "cura gay", termo que foi inventado pela grande mídia simplesmente para rotular os psicólogos que acreditam na existência de ex-homossexuais.

"Essa psicóloga é uma fundamentalista cristã reacionária, defensora da 'cura-gay' e quase foi cassada em 2015", completou o Youtuber, publicando a foto de Marisa Lobo com Bolsonaro e também uma manchete, ao lado da ministra Damares Alves, onde cita uma condenação sofrida pela psicóloga por ter denunciado a aceitação da pedofilia (entenda este caso aqui).

Marisa Lobo deixou claro que nunca teve o seu registro profissional cassado, embora tenha enfrentado processos por "defender a verdade" e que a sua opinião está dentro da esfera da liberdade de consciência. "Como pessoa pública com milhões de seguidores, Felipe Neto está sujeito à crítica como qualquer outra pessoa", disse a psicóloga.

"Minha opinião discorda da qualidade do que ele produz. Não sou obrigada a aceitar tudo e dizer que é bom apenas para agradar o politicamente correto. Além disso, outras pessoas já criticaram Felipe Neto abertamente, inclusive na grande mídia. Quem quiser discordar de mim, tem o total direito, assim como eu tenho de pensar diferente", acrescenta.

De fato, em sua coluna no Estadão, a jornalista Rita Lisauskas publicou uma matéria intitulada "Não adianta a luta diária para educar os nossos filhos se eles assistirem ao Felipe Neto", onde a mesma tece críticas contundentes ao conteúdo do Youtuber.

"Basta assistir a dois ou três minutos de qualquer vídeo desse youtuber, tão querido pelas crianças, para perceber que deixar seu filho na 'companhia' dele é um desserviço para à educação que nós, pais, nos esforçamos a dar a eles todos os dias", escreveu a jornalista, autora do livro "Mãe Sem Manual".

O texto de Lisauskas confirma a observação feita por Marisa Lobo e também pela jornalista Patrícia Lages, do R7. que destacou o comportamento agressivo e influenciável de Felipe Neto como uma "péssima influência", segundo a psicóloga, para crianças e adolescentes

Especialistas convidados por Styvenson para debater incentivos à inovação na pesquisa agropecuária voltam a se reunir em Brasília



Já está marcado para o próximo dia 23 de setembro o retorno de mais de 30 especialistas de diversas instituições, convidados pelo Senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) que  participaram no dia 02 de setembro da primeira reunião no Senado Federal, em Brasília para fazer um diagnóstico do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA). O objetivo da reunião está sendo debater possíveis alterações na legislação de CT&I, que possam fomentar modernização do Sistema e a geração e difusão de inovações para a agropecuária.

Participaram da reunião representantes da Embrapa, Consepa, AFINPI, CAPES/MEC, OCB, ANATER, ASBRAER, UFV, CONFAEAB, CNA, e UnB.
A política de pesquisa agropecuária já havia sido avaliada na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), em 2017, entretanto, apesar de ter havido deliberação nesse sentido, não houve continuidade do debate na Comissão e, por isso, o senador Styvenson Valentim chamou os especialistas para um novo estudo, mais célere e atual.

“Não podemos perder a perspectiva estratégica, considerando os desafios do desenvolvimento do país nos próximos 20 a 30 anos. Em menos de 60 anos mudamos completamente o panorama no campo graças à inovação tecnológica. E olha que a Embrapa foi criada numa época em que não tínhamos a possibilidade da cooperação em rede, promovida pela internet, como existe hoje”, lembrou o senador potiguar.

Na primeira reunião do grupo, Styvenson Valentim comentou sobre dois projetos que apresentou, voltados à preservação e ao meio-ambiente e incentivou a troca de ideias e experiências. “Vocês estão aqui para contribuir, não comigo, mas com toda a sociedade e, claro, com o planeta. De nada adianta chorar sobre as tragédias, temos que evitar que elas aconteçam. A nossa responsabilidade aqui é maior do que se pode imaginar. Por isso, a única coisa que peço a vocês é: sejam inovadores”, pediu o parlamentar.

Segundo Murillo Xavier Flores, ex-presidente da Embrapa e ex-presidente da Empresa Catarinense de Pesquisa e Extensão Rural (Epagri), a atribuição à Embrapa, de coordenação do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA) na Lei nº 8.171, de 1991 (Lei Agrícola) nunca foi um desejo da empresa.

Saulo Carvalho, Presidente da Associação de Funcionários do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), lembrou que, além da análise de pedidos de registros (de patentes, marcas, indicação geográficas, etc) o órgão tem a missão de publicar e divulgar os processos de pesquisa e desenvolvimento das invenções cujos registros foram concedidos pelo sistema de propriedade intelectual internacional, mas as instituições acadêmicas e de pesquisa brasileiras não têm o hábito de consultar tais documentos, o que poderia acelerar o desenvolvimento científico e tecnológico da agropecuária, reduzindo gastos com pesquisa.

Para Marcelo Braga, Diretor do Instituto de Políticas Públicas e Desenvolvimento Sustentável (IPPDS), da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER), é importante debater se as instituições públicas deverão competir com as instituições/empresas privadas na geração de inovações para a agropecuária.
Na opinião de Flávio Camargo, Coordenador dos Cursos de Ciências Agrárias da CAPES, milhares de dissertações de mestrado e teses de doutorado são defendidas anualmente, e é necessário conhecer, integrar e valorizar essa produção científica das universidades públicas e privadas.

O segundo encontro do grupo, que será ampliado com convites a outras instituições públicas e privadas, continuará o  debate sobre a necessidade de modificação do marco regulatório de CT&I e apontar que alterações seriam essas. A meta, se for o caso, é apresentar um projeto de lei até o final do mês de outubro.

Copom reduz juros básicos da economia para 5,5%, menor patamar da história



O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a Selic, taxa básica de juros da economia, de 6% ao ano para 5,5% ao ano.
O percentual, que já era esperado pelo mercado financeiro, é o menor da série história do Banco Central, que começou em 1986. A taxa básica de juros serve como referência para as demais taxas cobradas de famílias e empresas.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a Selic, taxa básica de juros da economia, de 6% ao ano para 5,5% ao ano.
O percentual, que já era esperado pelo mercado financeiro, é o menor da série história do Banco Central, que começou em 1986. A taxa básica de juros serve como referência para as demais taxas cobradas de famílias e empresas.
Gazeta Brasil

CPI do BNDES evidencia a intromissão do STF no Poder Legislativo



Até o presente momento o Supremo Tribunal Federal (STF) já concedeu 21 liminares em Habeas Corpus, para que convocados pela CPI do BNDES simplesmente não compareçam.

 Só nesta terça-feira (17) foram 3 habeas corpus deferidos

Parece óbvia a intromissão do STF nos trabalhos do Congresso Nacional. Fica nítido que existe uma ofensiva para impedir que o Congresso investigue.

A diligente deputada Carla Zambelli manifestou a sua indignação e enalteceu a iniciativa do presidente da CPI, deputado Vanderlei Macris, que propôs uma PEC que obriga o comparecimento dos convocados.

"Essa chuva de liminares é inadmissível", diz a deputada.

Apreensões de drogas pela PRF aumentam quase 600% em 2019

Nesses quatro primeiros meses, foram recolhidas 6,2 toneladas em rodovias federais do estado contra 897 quilos em igual período de 2018

Cão farejador participa de operação contra o tráfico de drogas; este ano, apreensões aumentaram quase 600% Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária Federal



Desde o início do ano, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de seis toneladas de drogas nas rodovias federais do Rio de Janeiro. Em comparação com o mesmo período de 2018, houve um aumento de 592%, informou a PRF. No ano passado, foram apreendidos 897 quilos de drogas, sendo 744 quilos de maconha, 148 quilos de cocaína e cinco quilos de haxixe. Foram presas 42 pessoas por tráfico de entorpecentes este ano.
Segundo a PRF, mais de 700 quilos de maconha foram apreendidos somente na última semana. A maior parte das cargas teria como destino a capital fluminense, onde seriam revendidas. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a principal rota utilizada pelos traficantes é a Rodovia Presidente Dutra (BR-116). Para tentar burlar a fiscalização, os criminosos escondem as drogas em fundos falsos de veículos, entre outros artifícios.
O GLOBO

ANP vai punir posto que fizer reajuste abusivo de preço da gasolina

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que fez um alerta a postos de combustíveis que fizerem reajustes abusivos de preços na esteira da crise do petróleo. Se essa situação for verificada, os locais poderão ser punidos.

“A ANP está atenta aos preços dos combustíveis praticados no Brasil. Os preços são livres, por lei, em todas as etapas da cadeia: produção, distribuição e revenda”, informa a agência por meio de nota. No entanto, “diante de preços abusivos, a ANP atua em conjunto com os Procons para penalizar os infratores”, pontuou.

Reforma da Previdência no Senado: a luta para salvar o Brasil

paulo guedes

Se a reforma não passar, o Brasil vai quebrar. Sobre esse dado alarmante o professor da FGV, doutor em direito pela PUC e especialista em finanças públicas, Alexandre Pacheco, veio conversar conosco ontem (17/9) e deixou clara a gravidade do problema que atravessamos.
Logo de início Pacheco nos explicou as consequências que os brasileiros sofrerão no ano que vem, caso a reforma não seja aprovada no Senado. Ele também deixou claro que significa “quebrar o Brasil“, e o quanto sofrerão os servidores públicos que correm o risco de ficar sem receber salário.
Sobre os benefícios assistenciais que estão envolvidos na reforma da Previdência, o doutor demonstrou como a questão é abrangente e precisa ser observada também do ponto de vista humanitário.
Em seguida partimos para o grande abacaxi do país: a luta no Senado e o prazo apertado de três meses, no máximo.
Confira


Eduardo Bolsonaro anuncia 'maior evento conservador do mundo' no Brasil

Resultado de imagem para Eduardo Bolsonaro anuncia que Brasil sediará maior evento conservador do mundo

O ressurgimento do conservadorismo no mundo e seu crescimento no Brasil encorajaram a realização de um evento da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) em São Paulo, em outubro próximo.

O evento, que tradicionalmente é realizado nos Estados Unidos e tem sido considerado o maior encontro dessa linha de pensamento, foi anunciado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) anunciou que a realização de uma edição da CPAC em São Paulo foi possível devido a um grande esforço de diálogo com os responsáveis pelo evento: “É com grande satisfação que após meses de trabalho anunciamos que o maior evento conservador do mundo, CPAC, será realizado pela primeira vez no Brasil”, escreveu o deputado em sua conta no Twitter.
“Em breve divulgaremos grandes nomes da direita mundial que se farão presentes. É a direita se organizando em nível mundial”, acrescentou. Temas como respeito à liberdade religiosa, combate ao aborto e ideologia de gênero e visão econômica liberal são comumente tratados nas reuniões do CPAC.
Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o CPAC é uma conferência que ocorre todos os anos nos Estados Unidos, organizada pela União Conservadora Americana, e se tornou o evento do tipo mais tradicional.
Entre partidos e entusiastas de esquerda há um evento semelhante, o Fórum Social Mundial, apontado por estudiosos do tema como um dos responsáveis pela ascensão dessa ideologia anos atrás.
Nas edições do CPAC nos EUA, os principais pensadores e formadores de opinião do conservadorismo são vistos com frequência. Desde que foi eleito presidente, Donald Trump tem sido convidado como orador de honra do evento.
A edição brasileira, que terá o selo oficial da União Conservadora Americana, não será considerada a reunião anual da CPAC, mas um evento adicional, já que o evento de 2019 já foi realizado nos EUA e a edição 2020 já tem data e local agendados: será em National Harbor, no estado de Maryland, entre os dias 26 e 29 de fevereiro.
Em entrevista, Eduardo Bolsonaro declarou que a realização de um evento da CPAC no Brasil faz parte de uma internacionalização do evento que vem ocorrendo gradualmente, já que edições no Japão e Austrália já foram realizadas e em breve uma em Israel poderá ser anunciada.
“Estamos pensando em trazer algumas personalidades de alto escalão do governo Trump. Não posso falar agora porque ainda está em fase de tratativas, quem está fazendo essa contrapartida são os americanos do CPAC. Mas certamente tem grandes nomes”, declarou o deputado, que revelou a presença de seu pai, presidente Jair Bolsonaro (PSL), na reunião em São Paulo.
O único participante confirmado até o momento foi Matt Schlapp, presidente da União Conservadora Americana.
Assim como o filósofo Olavo de Carvalho, Eduardo e Jair Bolsonaro são críticos ferrenhos da organização de partidos de esquerda Foro de São Paulo, fundada em 1990 na capital paulista e ativa até os dias atuais. Uma encontro foi realizado recentemente na Venezuela, e o Partido dos Trabalhadores enviou representantes.
Eleito com o recorde de votos para um deputado federal, mais de 1,8 milhão, Eduardo Bolsonaro vem despontando como o principal interlocutor da liderança conservadora internacional. Ele deverá ser indicado pelo presidente da República como embaixador do Brasil nos EUA, e o Senado fará uma sabatina para decidir se aprova ou reprova a indicação.

É com grande satisfação que após meses de trabalho anunciamos que o maior evento conservador do mundo, CPAC, será realizado pela 1ª vez no Brasil.

Em breve divulgaremos grandes nomes da direita mundial que se farão presentes em São Paulo nos dias 11 e 12/OUT. Sigam: @cpacbrasil
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Para fazer as coisas rápido, a ditadura é o melhor regime

Carlos Bolsonaro diz ter sido mal interpretado ao reclamar da velocidade das mudanças em uma democracia e ele tem razão 

Velocidade é algo que a democracia raramente é boa em entregar

Carlos Bolsonaro esbravejou e disse que foi mal compreendido. Quando escreveu em suas redes sociais que “por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos” ele não estaria, de forma nenhuma, sugerindo a adoção de outra forma de governo. Algo assim, sei lá, como a gerontocracia, por exemplo. Seu propósito era apenas declarar o óbvio: nas democracias, as coisas às vezes demoram a acontecer. Na Câmara dos Deputados, Eduardo Bolsonaro foi em socorro do irmão mais velho, recordando em um discurso a frase do inglês Winston Churchill: “A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras que já foram experimentadas”.
Há gente que gosta e gente que não gosta da democracia. Aqueles que gostam, deveriam mencionar com mais frequência a frase de Churchill. O grande primeiro-ministro britânico era um mestre em gerenciar expectativas. Quando a Inglaterra começou a combater os nazistas, na 2ª Guerra Mundial, ele não prometeu um passeio no parque. Disse que deveriam esperar “sangue, suor e lágrimas”. Da mesma forma, foi sábio ao descrever a democracia como um regime falho. Nada é perfeito debaixo do sol, e propaganda exagerada é um método infalível para causar decepção. Isso vale para qualquer coisa: carros usados, dotes pessoais, formas de governo. O mito da democracia impecável faz mal a ela.
Velocidade é algo que a democracia raramente é boa em entregar. Trata-se de um modelo em que é preciso criar consenso em torno de mudanças antes de concretizá-las. Quanto mais complexa a sociedade, mais tempo isso pode levar. Às vezes é impossível chegar ao consenso em temas espinhosos. Nada acontece. É quando a democracia causa frustração. Existem também momentos em que toda a parafernália de debates e votações no Congresso parece não ser mais do que um teatro mesquinho para a promoção de interesses particulares. É quando a democracia cria indignados. Mas também há períodos em que o sistema dá a impressão de girar em falso, sem que esse seja necessariamente o caso. A roda pode estar girando devagarinho em direção a mudanças. Como um modelo tributário mais simples e eficaz, por exemplo. É a democracia trabalhando, à sua maneira.
Quando se trata de fazer as coisas rápido, não existe regime melhor do que a ditadura. Elas são superiores à democracia na sua capacidade de implementar projetos, porque não precisam convencer ninguém, nem criar coalizões. O chefe manda, obedece quem tem juízo. Com isso, as ditaduras podem conquistar bons resultados no campo do desenvolvimento econômico. A história traz vários exemplos, a começar pelo Brasil dos anos 1970. Nos anos 80, as ditaduras asiáticas da Coréia do Sul, Taiwan e Singapura tornaram-se tigres econômicos. Nos anos 90, foi a China quem ganhou tração.
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Há quem use a expressão “ditaduras economicamente benévolas” para falar desses casos. Singapura é o exemplo extremo. O país era assustadoramente miserável em 1965, quando Lee Kwan Yew subiu ao poder. Em suas três décadas como primeiro-ministro, Singapura deu um salto espetacular de desenvolvimento. Hoje, é um país rico e estável. O atual primeiro-ministro é o filho mais velho de Yew.
O problema é que, na média, ditaduras não são melhores para o desenvolvimento econômico do que as democracias. Para cada Singapura existe um punhado de regimes autocráticos em que apenas o círculo do poder enriquece, enquanto o resto da população agoniza. Vejam o caso de nosso vizinho, a Venezuela, que vive a escassez de tudo, de comida a papel higiênico. E se nem a economia vai bem, geralmente não há nada que se possa chamar de “benévolo” em uma ditadura. Mesmo os habitantes de Singapura, no geral em paz com seu regime, reclamam que o poder no país é pouco transparente e pouco disposto a prestar contas de suas ações.
Democracias não primam pela eficiência. Não é isso que a sua arquitetura favorece. Elas permitem que haja trocas de poder sem guerra civil. E impedem que diferenças de opinião sejam resolvidas na base da violência ou da repressão. Democracia, disse alguém, é antes de tudo aquele regime em que se alguém bate na sua porta de madrugada, pode até ser má notícia, mas não será a polícia secreta. O preço a pagar é uma certa lentidão. De tempos em tempos, surge consenso em torno de uma boa ideia — como aconteceu no Brasil em torno do Plano Real — e as coisas se aceleram, antes de voltar ao normal. Ao ler a queixa de Carlos Bolsonaro nas redes sociais, lembrei de um bordão que meu velho pai usava quando eu ficava impaciente. Não sei qual é a origem, mas não me surpreenderia se fosse coisa do período militar. Sugiro ao Carlos, meu xará: Calma, que o Brasil é nosso.
*Carlos Graieb é diretor de Public Affairs e Advocacy na FleishmanHillard Brasil, tem 25 anos de experiência como jornalista e executivo de mídia em veículos
como Revista Veja e O Estado de S. Paulo. De janeiro de 2017 a março de 2018, foi Secretário de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo, responsável pelas estratégias de comunicação e marketing da administração e de empresas estatais como Metrô e Sabesp. 
R7

Governo brasileiro "vende" 3 milhões de hectares da Amazônia por US$ 60 milhões aos ambientalistas

60 Reais por um hectare da Amazônia foi o preço acertado pelo Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, com o Banco Mundial e duas ONGs por 3 milhões de hectares na Amazônia. O acerto foi feito e assinado no dia 19 de dezembro. O Banco Mundial, a ONG brasileira FunBio e a ONG internacional Conservation Internacional (CI) "investirão" no Brasil US$ 60 milhões do Global Environment Facility (GEF) em troca da criação de 3 milhões de hectares de novas Unidades de Conservação na Amazônia nos próximos cinco anos.

O projeto é conhecido como "Triplo A", um grande plano internacional para criar um corredor de áreas protegidas (e soberania relativa) na calha norte do Rio Amazonas lingando o Pacífico ao Atlântico. O corredor Triplo A sofreu grande oposição das Forças Armadas brasileiras e foi rebatizado de "Projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia".

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Sarney Filho, o Banco Mundial e as ONGs querem usar os dólares do GEF para melhorar a governança das unidades de conservação na Amazônia brasileira. Segundo o ministério do ½ Ambiente, que coordenará e definirá as ações do projeto, a parceira apoiará o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e que já transformou mais de 60 milhões de hectares em unidades de conservação na região.

Para quem não sabe, o ARPA é um program antigo de ambientalistas implementado por uma parceria entre o governo brasileiro, o Global Environment Facility (GEF), o Banco Mundial, o KFW (banco de cooperação do governo da Alemanha), a GTZ (agência de cooperação da Alemanha), a ONG internacional WWF, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), e algumas outras ONGs. Desde a criação do programa em 2002 essa turma já despejou US$ 400 milhões na criação, consolidação e manutenção de áreas protegidas na Amazônia. 

“Considero o ato de hoje de grande importância. Esses recursos vão ao encontro dessa ideia”, disse o ministro do ½ Ambiente, Sarney Filho, durante a solenidade de assinatura do novo acordo.

O projeto prevê ainda a cooperação internacional entre Brasil, Colômbia e Peru na área de criação de área protegidas. A cooperação entre os ambientalistas dos três países é fundamental para a criação do "corredor Triplo A".

“Tenho o prazer de ver como esse projeto foi desenvolvido, no sentido de iniciar a segunda geração de projetos de área protegidas”, disse Martin Raiser, diretor do Banco Mundial para o Brasil. "É o primeiro projeto na região amazônica que tem ligações muito próximas com a Colômbia, o Peru, países que querem se beneficiar das experiências do Brasil e aprender para repetir”, acrescentou Raiser.

A parte operacional do projeto ficará sob responsabilidade do Banco Mundial, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e Conservation Internacional (CI)

China obriga igrejas a substituírem Dez Mandamentos por citações de Xi Jinping





As igrejas da província central de Henan, na China, foram forçadas a substituir os Dez Mandamentos por citações do presidente Xi Jinping em mais uma clara tentativa do governo comunista em interferir na fé.
Segundo a revista de direitos humanos Bitter Winter, quase todas as igrejas da Three-Self e locais de reunião no município de Louyang foram forçadas a fazerem a alteração.
Os termos inclusos nos espaços de culto são frases como “Os valores socialistas centrais e a cultura chinesa ajudarão a imergir várias religiões da China”.
“Apoiar a comunidade religiosa na interpretação de pensamentos, doutrinas e ensinamentos religiosos de uma maneira que esteja de acordo com as necessidades do progresso dos tempos. Resolutamente, proteja-se da infiltração da ideologia ocidental e conscientemente resista à influência do pensamento extremista”, diz outro trecho.
Desobedecer as ordens é visto como se opor ao Partido Comunista e as igrejas que se negaram a fazer a mudança foram fechadas, muitas outras foram ameaçadas de serem incluídas na lista negra do governo, segundo fonte anônima da revista.
“O primeiro passo do governo é proibir dísticos religiosos. Em seguida, desmonta as cruzes e começa a implementar os ‘quatro requisitos’, ordenando que a bandeira nacional e os ‘valores socialistas centrais’ sejam colocados nas igrejas”, disse o pastor.
“Câmeras de vigilância para monitorar os fiéis e atividades religiosas são então instaladas. O último passo é substituir os Dez Mandamentos pelos discursos de Xi Jinping”, declarou o religioso.
“O objetivo final do Partido Comunista é ‘tornar-se Deus’. Isso é o que o diabo sempre fez”, acrescentou o pastor em entrevista ao site da ONG Bitter Winter.
Outra fonte também criticou as autoridades chinesas: “A China é uma ditadura de partido único. As pessoas só podem obedecer ao Partido Comunista e ser controladas por ele”.
Essa não foi a primeira vez que o governo ordena a remoção dos Dez Mandamentos, em novembro do ano passado as autoridades ordenaram que igrejas do condado de Luoyang retirassem a inscrição bíblica.
A campanha da China para sinicizar a religião teve origem em um discurso de Xi na Conferência Nacional de Trabalho Religioso, em abril de 2016.
Na época, Xi afirmou que, para “orientar ativamente a adaptação das religiões à sociedade socialista, uma tarefa importante é apoiar as religiões da China”.
No início de setembro, foi relatado que funcionários do governo chinês exigiram que o clero afiliado ao Movimento Patriótico das Three-Self na cidade de Yuzhou baseasse seus sermões em um novo livro que combina ensinamentos bíblicos com os ensinamentos de Confúcio.
Gospel Prime

A visão conservadora, seus valores e o confronto ideológico

Vivemos tempos em que a paz, a família e a liberdade estão sofrendo ataques constantes.

Protestos contra conservadores

O conservador tem sempre a desvantagem de que a verdade parece uma narrativa tediosa e enfadonha, enquanto que a mentira pode ser falsamente excitante.

É por isso que muitas vezes a defesa de valores se torna desafiadora. A opinião pública pode facilmente se deixar levar pela inversão, já que não é necessário haver escrúpulos na mentira.
Mas o conservadorismo defende coisas que, apesar de atacadas, permanecem como influência absoluta em todas as épocas. Entre elas a paz, a liberdade, a segurança da vida familiar, entre outras.
Ironia das ironias, portanto, é que a preservação daquilo que consideramos imensurável, depende muito de nossa luta pela verdade. Os valores tradicionais estão sempre sob ataque.

A narrativa imoral de que o pensamento conservador é sexista, homofóbico, reacionário ou preconceituoso, tem o objetivo de nos intimidar. Colocar rótulos é a melhor estratégia para tentar silenciar a verdade.
E, por este motivo, vemos constantemente os ataques que pastores, padres, religiosos, autoridades, intelectuais, ou qualquer um que defenda valores tradicionais, sofrem pelos ditos progressistas.
Mas apesar da aparente desvantagem, o conservador pode se “gabar” de ser o “dono da verdade”, já que aquilo que defendemos é preservado pelo subconsciente humano. Está enraizado em nosso “ser”.
Se não, vejamos! A família, a primeira instituição divina, permanece sendo à base do avanço humano. Atacar este pilar significa comprar briga com todos os homens e mulheres de valor, que sabem que o mais importante nesta vida são nossos entes queridos.
Colocar em risco as liberdades individuais, o que inclui o direito a crença, a opinião e ao ir e vir, quer dizer desafiar a humanidade para um confronto sem precedentes. Não fomos criados para sermos escravos, mas desfrutarmos a liberdade.
E a paz, que tanto o homem busca e almeja, é o motivo pelo qual exércitos se armam, soldados se levantam e nações se confrontam. A paz será sempre almejada em todos os tempos.
Mas vivemos tempos em que essas coisas estão sendo desafiadas. Vivemos tempos em que a paz, a família e a liberdade estão sofrendo ataques constantes, sendo bombardeadas por ideologias mentirosas.
A tentativa de mudar o próprio conceito de família é um exemplo incontestável deste ataque. Inclusive com a desvalorização dos papéis familiares, que afetam diretamente as práticas sociais.
Gospel Prime