Quem nada fez em 16 anos trata de desconsiderar e menosprezar tudo que o Governo Bolsonaro fez em seis meses…
A despeito de estar sob intenso fogo cruzado de inimigos, adversários e mesmo de supostos aliados, apesar de alguns boatos acusarem que o governo estaria refém da pauta da Reforma da Previdência. A verdade é... Estamos há mais de SEIS MESES sem nenhum escândalo de roubo. Pelo contrário: o que virou escândalo na mídia foram exatamente ações para estancar a roubalheira, a bandalheira e a sangria. E isso aconteceu com o corte de verbas das universidades, o anúncio do fim de cursos inúteis como Sociologia e Filosofia, corte de milhares de cargos comissionados, fim de escritórios de representação apenas para acomodar apaniguados. Enfim, o escândalo que o governo Bolsonaro alimenta é o escândalo de submeter o país a um governo ético, sem bandidos de estimação. Nem soltos. Nem na cadeia.
Por falar em banditismo, a mídia MARROM não está dando respeito e atenção os números divulgados que apontam a redução de 24% no número de mortes violentas em nosso País nos primeiros meses do ano.
Não é preciso ser sociólogo, antropólogo ou filósofo para entender que esses números não possuem relação direta com ações do Governo Bolsonaro, mas passam sim pela percepção da bandidagem de que a banda toca em outra toada.
Bandidos são iguais a certas doenças, ervas daninhas ou pragas urbanas: precisam de um organismo frágil, propicio para se proliferarem. Quando o corpo humano não consegue mais combater sozinho um vírus ou células doentes, parte-se para a medicação – e também para a mudança de hábito. A sociedade sofria de um processo de metástase acelerada de seu tecido social, enraizando nas pessoas a percepção da impunidade, de que tudo podia ser feito.

Os bandidos – a exemplo dos esquerdistas quando chegam ao poder e podem acessar os cofres públicos – precisam da sensação, da certeza de impunidade. E esse clima mudou, com o fim do discurso único de que bandidos são vítimas da sociedade, numa inversão perversa de valores e parâmetros. Nós é que somos vítimas da bandidagem e dos defensores dos direitos humanos dos agressores, jamais das vítimas.
Mudou o rumo da prosa e em lugar do discurso vaselinoso de que é preciso passar a mão, alisar e adular os bandidos, os governos começaram a tratar bandidos como eles devem ser tratados: com rigor. E isso mudara, o Projeto do pacote anti-crime que o Moro apresentou no Congresso Nacional, que irá endurecer algumas penas e eliminar alguns benefícios inconcebíveis como a malfadada progressão de pena nos moldes atuais.
Há muito a ser feito, mas a amostra deixou claro que o ambiente para o crime já não é mais o mesmo dos tempos da cleptocracia. E mesmo sem a mídia canhestra tratar o assunto, os resultados são perceptíveis no dia a dia das pessoas.
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