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VEJA VÍDEO: Barragem da Vale se rompe em Minas Gerais; Bombeiros confirmam 200 desaparecidos


TRAGÉDIA EM MINAS GERAIS:  

Uma barragem da Vale se rompeu na cidade de Brumadinho, próxima a Belo Horizonte, em Minas Gerais no início da tarde desta sexta-feira (25). As informações preliminares foram dadas pela Defesa Civil mineira. Segundo a Agência Brasil, uma equipe com técnicos está se dirigindo ao local para avaliar a situação. O desastre acontece três anos depois da barragem de Fundão, em Bento Rodrigues, vilarejo de Mariana (MG), se romper e destruir o local. Há relatos de vários feridos.

De acordo com informação da Folha de São Paulo, o rompimento foi na região do córrego do Feijão, na altura do km 50 da rodovia MG-040. A região atingida tem em torno de 1 mil moradores. Ainda não há informações sobre a dimensão do acidente, nem sobre mortos e feridos.

Segundo a mineradora, a Barragem VI – córrego do Feijão foi construída em 1991. A Vale do Rio Doce divulgou nota sobre o ocorrido. “As primeiras informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. Ainda não há confirmação se há feridos no local. A Vale acionou o Corpo de Bombeiros e ativou o seu Plano de Atendimento a Emergências para Barragens”, informou a empresa.

A barragem, conforme informações da Globo News, comportavam 1 milhão de metros³ de rejeito. Duas mulheres teriam sido encaminhadas para um hospital da região e estão em estado estável.
Mariana


Há três anos, a barragem de Fundão, da mineradora Samarco se rompeu causando a maior catástrofe ambiental do país. A empresa pertence às companhias Vale e BHP Billiton.

​O acidente ocorreu no dia 5 de novembro de 2015 e deixou 19 mortos e dezenas de desabrigados. A lama com rejeito de minério se espalhou por 650 km e atingiu o Rio Doce. O processo criminal contra as empresas ainda está sem decisão.

Na estimativa da Fundação Renova, criada pelas mineradoras para fazer a recuperação social e ambiental após o desastre, a construção do novo Bento Rodrigues deve demorar pelo menos 22 meses.

Ainda conforme a Folha, a Samarco já tenta obter nova licença operacional e resolver problemas estruturais internos, além de encontrar soluções de segurança para os rejeitos, a fim de voltar a minerar.

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