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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Os Vivas são do Meu Amor!

A vida aqui só é ruim
Quando você não está perto de mim,
Mesmo que não chova no chão
Teu coração junto do meu faz do tempo uma inundação
De alegrias, coragens, genes de um mesmo código genético
E essa união é um mistério que somente pode ter respostas, leia-se esclarecimentos,
Partidos do grande Ser Divino.
Quem diria que na maturidade do nosso tempo esse homem fosse afeiçoar-se a uma mulher
DA COMUNICAÇÃO
VIRTUAL, LOCAL, REGIONAL, UNIVERSAL, COSMOPOLITA, ETECETERA E TAL...
Ser marido de uma mulher blogueira indica ter que agir com uma das quatro operações:
Dividir você, sua integridade com a política, a notícia, os flashes deles e delas,
Os assuntos palpitantes  de uma rede cujo nome é a tradução da pergunta “Qual é o problema?” no   inglês pra língua extraordinária portuguesa.
E tudo era apenas uma brincadeira, que foi crescendo, crescendo te absorvendo. E de repente eu te vi assim: completamente nas redes...”
E os milhões de acessos e as montanhas de palavras.
Chegou o século 21 e não trafegamos ainda em naves especiais, como os desenhos animados da nossa infância vaticinaram.
Mas neste século há separação (será mesmo?) entre o real e o virtual entre o físico e abstrato.
Há tantas coisas virtuais por aí, em busca de um ninho eletrônico.
Eu só sei que meu amor por você é real tanto quanto os componentes de milhões de gotas de sangue: glóbulos brancos e vermelhos, pois assim diziam nossos mestres biólogos dos anos 80.
Mulher especial, plural, dádiva do Criador de todas as criaturas, mas que chama essa mulher de filha.
Mulher esposa e mãe, que adicionou um novo adjetivo nos tempos pós-modernos da tecnologia digital: A blogueira do Riachuelo em Ação, a blogueira paixão, a blogueira das redes conectadas com as novidades políticas.
Nunca conheci  e não vou mais conhecer, com todas as certezas, a não ser você como alguém que tenha tamanha capacidade de iniciativa.
Indubitavelmente, uma mulher extraordinária que não fica à toa esperando na janela o tempo passar. Corre atrás do vento, corre atrás do tempo, pois deseja a todos saúde e paz e o resto a gente corre atrás.
Mulher articulista, feminina não feminista, alheia às causas desse movimento pós anos 60. Contudo, orgulho de saber que é e foi e sempre será uma mulher à frente do seu tempo.
Mulher que aprendemos dividir com a web, o pequeno Samuel sempre em crescimento e eu, porque na escola em que você foi ensinada, jamais tiramos um dez, somos fortes, mas não chegamos aos seus pés... E não sei por que inventaram a mentira absurda do sexo frágil.
O mês de agosto para a sabedoria popular, ou melhor, para a superstição popular, não é um mês muito bom para se lembrar... Foi neste mês que suicidou-se um grande Político estadista brasileiro (será que é por isso o pessimismo do oitavo mês do ano em nosso país de contrastes?)
Para nós é o melhor mês, o mais especial, especialmente o segundo dia, que é o dia máximo da máxima dádiva da vida; o dia mais completo, mais intenso, mais especial, cuja generosidade do nosso Deus trouxe a este mundo nosso melhor presente: Você, para dar vida à vida, encanto aos encantos; emoções na pele; abraços mais que abraços, abraçaços.
Que mais dizer? Melhor viver, porque viver é melhor que sonhar e sabemos que o amor é uma coisa boa, e que nosso canto é melhor do que a vida de qualquer pessoa.

Feliz Aniversário, Adriana Nascimento, meu presente que não abro mão!
(por Antonio Carlos do Nascimento, em 01 de agosto de 2016, 23:31).

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