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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Depois da chuva, água volta a reservatórios secos do Oeste potiguar

Com 15% da capacidade, Barragem Armando Ribeiro Gonçalves tem o nível mais baixo de água desde sua construção, em 1983 (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Com 13% da capacidade, Barragem Armando Ribeiro Gonçalves tem o nível mais baixo de água desde sua construção, em 1983 (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Depois das chuvas que caíram em 72 municípios do Rio Grande do Norte, dois reservatórios que estavam completamente secos passaram para o volume morto, mas continuam em estado crítico: Riacho da Cruz e Tourão, em Patu. Dos 47 açudes monitorados pelo Instituto de Gestão das Águas (Igarn), 70% estão em situação crítica, dos quais 19 estão secos, e 14, em volume morto.

Segundo o Igarn, as chuvas contribuíram para manter o volume de água praticamente estável nos principais reservatórios do estado. Na Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, a maior do estado, o volume caiu de 328,486 milhões de metros cúbicos para 328,034 desde a medição anterior, ficando com 13,67% da capacidade total.

Na Barragem de Santa Cruz, em Apodi, o nível de água subiu de 111,623 milhões de metros cúbicos para 112,447, ficando o reservatório com 18,75% do volume total. Já a Barragem de Umari, em Upanema, permanece com os mesmos 26,009 milhões de metros cúbicos da medição, ou seja, 8,88% da capacidade.

Colapso hídrico
O Rio Grande do Norte passa atualmente pela mais longa e severa estiagem da história do estado. Dos 167 municípios do estado, 153 estão em situação de emergência. De acordo com dados da Companhia de Águas e Esgotos do estado (Caern), o abastecimento foi cortado em 18 cidades. Em outras 76 foram adotados sistemas de rodízio.

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