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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Governo Temer tenta retomar projeto Minha Casa Minha Vida

Um dos principais programas dos governos petistas — a ex-presidente Dilma Rousseff chegou a dizer, internamente, que gostaria de transformá-lo em uma vitrine semelhante ao que foi o Bolsa-Família para a gestão Lula — o Minha Casa Minha Vida travou. Enquanto esteve no poder, em 2016, o governo petista não tinha conseguido contratar sequer uma unidade. Afastados após a conclusão do processo de impeachment, Dilma e o PT passaram a bombardear o governo de Michel Temer, acusando-o de querer acabar com os programas sociais e tratar com descaso os mais necessitados. “O Minha Casa Minha Vida travou por absoluta má gestão. Não foi só a questão econômica. Vamos retomar a credibilidade do programa”, promete o ministro das Cidades, Bruno Araújo.
A meta é contratar, até dezembro, 70 mil unidades. Para 2017, a meta aumenta para 600 mil, com recursos totais de R$ 64,7 bilhões — R$ 7,2 bilhões previstos no Orçamento-Geral da União, R$ 48,5 bilhões de financiamento do FGTS e outros R$ 9 bi de subsídios do Fundo. Outras duas medidas serão apresentadas nos próximos meses. O lançamento do cartão reforma, para que famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil possam fazer melhorias em seus imóveis, em valores que cheguem a até R$ 5 mil; e, até o fim do ano, o governo quer mandar ao Congresso um projeto de lei para acelerar a regularização fundiária. “50% dos donos de imóveis no país não têm a titulação da terra”

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